Mais de 2700 cartas, para as noites não se repetirem.
Aquecimento
Missões secretas
Uma missão em segredo, para cumprir até à conta.
O telemóvel passa por todos. Ninguém mostra a sua a ninguém. A missão cumpre-se à mesa, entre os jogos, sem ninguém perceber.
Se alguém adivinhar a tua missão, perde-la. Quem acusar e errar bebe um gole. No fim, quem falhar bebe um gole por cada um que cumpriu.
Medusa
Cabeças para baixo, cabeças para cima. Cruzaram olhares, bebem os dois.
Toda a gente olha para a mesa. Aos três, levantam a cabeça de repente e fixam uma pessoa.
Se dois estiverem a olhar um para o outro, bebem os dois. Se ninguém coincidir, repete-se.
Buzz
Contar à volta da mesa. Há números proibidos.
Conta-se em voz alta à volta da mesa. As regras vão-se somando: os múltiplos de 3 dizem-se «Fizz», e a partir daí complica.
Quem disser o número quando era «Fizz», hesitar ou fizer o que não era bebe. A ronda acaba aí: a seguinte recomeça do um, com as mesmas regras ou com mais uma. O árbitro tira as dúvidas.
Categorias
Dizer coisas até alguém hesitar.
À volta da mesa, cada um diz uma coisa da categoria. Sem repetir.
Quem hesitar mais de cinco segundos, ou repetir, bebe. Na dúvida, a mesa vota se vale. Há um relógio para as hesitações duvidosas.
O meio
Mais capaz de
Apontar aos três. Quem levar mais dedos bebe.
Lê-se a frase. Aos três, todos apontam para uma pessoa ao mesmo tempo.
Quem levar mais dedos bebe e pergunta a alguém porquê. Em caso de empate, bebem todos os empatados. Não vale apontar para si próprio.
Paranoia
Sussurra-se uma pergunta, ouve-se um nome. Quem quiser saber porquê, paga um gole extra.
Quem tem o telemóvel sussurra uma pergunta a quem está à esquerda. Essa pessoa responde em voz alta, só com um nome.
Quem for nomeado bebe um, e quem se recusar a responder também. Depois, quem quiser saber a pergunta, seja quem for, paga um gole extra e ela é lida em voz alta.
Dividir a mesa
Duas opções, todos ao mesmo tempo. A minoria bebe.
Duas opções. Aos três, todos mostram ao mesmo tempo: um dedo para a primeira, dois para a segunda.
O lado com menos pessoas bebe, e quem ficar sozinho explica porquê. Se ficar dividido ao meio, ninguém bebe: discutem em vez disso.
Eu nunca
Lê-se em voz alta. Quem já fez, bebe. Sem explicações a não ser que queiram.
Lê-se a frase em voz alta. Toda a gente que já fez aquilo bebe um gole.
Ninguém tem de explicar nada, mas se alguém quiser contar, a mesa agradece.
A soltar
O impostor
Quase todos leem a mesma frase. Um só sabe o gesto, e tem de fingir.
O telemóvel passa por todos. Quase todos leem a mesma frase. O impostor só sabe o gesto (apontar, levantar a mão ou mostrar dedos) e tem de fingir.
Quando todos tiverem lido, há uma contagem e todos fazem o gesto. Depois de um interrogatório, apontam: se o impostor levar mais dedos, é apanhado, a não ser que adivinhe a frase.
Tribunal
Dois advogados, uma moção absurda, trinta segundos cada. Os outros julgam.
Duas pessoas recebem uma moção: uma defende, a outra ataca. Trinta segundos cada, sem interrupções.
Os restantes são o júri: têm vinte segundos para decidir e, aos três, apontam para quem perdeu. Quem a maioria apontar bebe; num empate, bebem todos.
Mímica
Imitar sem falar, contra o relógio. Se ninguém acertar, bebe quem imitava.
À vez, cada um vê uma carta em segredo e imita-a, sem falar nem fazer sons. Os outros adivinham.
Têm um minuto. Se ninguém acertar, quem imitava bebe um.
A cantoria
Um tema, e cada um canta um bocado. Quem não se lembrar, bebe.
Sai um tema. À volta da mesa, as voltas que forem precisas, cada um canta um bocado de uma música que encaixe.
Não precisa de ser bem cantado, precisa de ser cantado. Quem não se lembrar de nenhuma, ou repetir uma que já se cantou, bebe, e sai tema novo.
A batata quente
Passa o telemóvel a dizer coisas. Ninguém sabe quando toca.
O telemóvel anda à volta da mesa. Sai uma categoria: cada um diz uma coisa e passa.
O relógio está sempre escondido. Quem tiver o telemóvel na mão quando tocar, bebe.
Verdade ou consequência
Cada um escolhe. Sai uma carta e a mesa julga se foi feito.
À vez, cada um escolhe: verdade ou consequência. Sai uma carta e a mesa julga.
Quem não responde, mente ou não cumpre bebe um. De vez em quando, a app escolhe pela mesa.
Antes de sair
O brinde
Uma ronda para cada um. Sem jogo, sem regras, sem conta.
Telemóveis virados para baixo. Fala uma pessoa de cada vez e ninguém fala por cima. Aqui não há conta, não há regras da casa, não há pontos. Há um gole no fim de cada ronda, todos juntos.
Têm autorização para ser sinceros durante dez minutos. Vai valer a pena.
Roast
O contrário do brinde: cada um leva com o que os outros nunca lhe disseram na cara.
Telemóveis virados para baixo. Fala uma pessoa de cada vez. Aqui não há conta, não há regras da casa, não há pontos. Há um gole no fim de cada ronda, todos juntos.
Têm autorização para gozar durante dez minutos. Com amor, mas sem pena.
Aponta a câmara do telemóvel.
Para Android. Pagamento único, sem subscrição e sem anúncios. Os catorze jogos abrem todos, e uma noite por mês é por conta da casa.